Estudo revela hábitos de limpeza e insatisfações com produtos para o lar no varejo nacional
A Flora, indústria nacional de bens de consumo, realizou uma pesquisa* com mais de 500 brasileiros sobre a rotina de limpeza doméstica. Segundo o levantamento, 90% dos brasileiros limpam a casa ao menos uma vez por semana, e metade realiza a tarefa entre uma e duas vezes por semana. “Essa frequência destaca o valor cultural atribuído à organização e higiene, além de ressaltar o papel ativo do consumidor: 65% dos entrevistados assumem ser os responsáveis diretos pela tarefa”, explica Samir Jarrouj, diretor de Negócios da Unidade Home Care da Flora.
Embora o uso de produtos práticos seja indispensável, dado que 70% utilizam produtos multiuso para superfícies e 50% desinfetam o chão regularmente, a pesquisa revelou insatisfações importantes. Os consumidores apontam preço elevado (55%), baixa eficiência (40%) e fragrâncias pouco duradouras (30%) como principais críticas. “Mais do que limpar, o consumidor busca rendimento, fragrâncias agradáveis e ação bacteriana. Por isso, nossas marcas oferecem soluções completas que aliam desempenho, economia e experiência sensorial”, destaca Jarrouj.
Critérios e planejamento nas compras
As compras de produtos de limpeza seguem uma rotina planejada e critérios bem definidos para a maioria dos brasileiros. Cerca de 45% organizam suas compras mensalmente, com 90% preferindo supermercados. Produtos como detergentes (90%), amaciantes (85%), desinfetantes e água sanitária (80%) estão entre os mais adquiridos. Além disso, 6 em cada 10 consumidores priorizam fórmulas de maior rendimento e fragrâncias duradouras.
A pesquisa também apontou que a busca por refis econômicos é crescente, com 60% dos entrevistados preferindo essa opção, reforçando a importância da economia e praticidade na decisão de compra.
“Compreender as prioridades dos consumidores nos ajuda a desenvolver produtos que combinam eficiência, custo acessível e uma experiência sensorial diferenciada, tanto nas gôndolas quanto nos lares brasileiros”, finaliza o executivo.