Levantamento analisou o cenário atual de todos os colaboradores em dez localidades onde a companhia tem atuação; Brasil entra no estudo pela primeira vez
O Grupo Reckitt, multinacional de bens de consumo em higiene, saúde e nutrição, divulgou o ‘Reckitt Gender Pay Report 2020’, em português, Relatório de Remuneração por Gênero. Esse é o maior levantamento feito pela empresa sobre o tema entre seus colaboradores e, pela primeira vez, inclui informações sobre o Brasil.
Até 2020, este relatório incluía dados relativos aos colaboradores de seus cinco maiores mercados em força de trabalho: Reino Unido, China, Índia, México e Estados Unidos. Neste ano, o levantamento considerou também os próximos cinco maiores mercados para a análise: Brasil, Indonésia, Polônia, Rússia e Tailândia. No total, as dez localidades reúnem aproximadamente 70% dos funcionários do Grupo Reckitt no mundo.

O relatório analisa a diferença no pagamento mediano e no bônus entre todos os colaboradores do Grupo Reckitt em um país. Esse índice é expresso como uma porcentagem dos ganhos dos homens. No Brasil, foi constatado que a diferença salarial é de –22,7%, um número a favor das mulheres.
“No Brasil, assim como no México e nos Estados Unidos, há um número maior de colaboradores homens trabalhando na manufatura no Grupo Reckitt. Por isso, o ponto médio feminino é, normalmente, uma função mais sênior do que o ponto médio masculino. Como resultado, as diferenças salariais medianas constatadas são a favor das mulheres”, explica Gisele Jakociuk, Diretora de Recursos Humanos da Reckitt Health & Nutrition Comercial.
Quando analisamos a diferença de bônus mediana, a vantagem é dos homens: 39,6%. Sobre o tema, a Raquel Carneiro, Diretora de Recursos Humanos LATAM da Reckitt Hygiene Comercial, comenta: “Embora todos os colaboradores do mesmo cargo tenham o mesmo valor-base para pagamento de bônus, este resultado nos aponta um desequilíbrio de gênero nos níveis sêniores em relação aos homens, que estamos comprometidos em resolver”.



